A plataforma direct-to-fan EVEN lançou o EVEN STUDIO em 29 de setembro, dando a cada artista um destino próprio, no domínio dele, pra vender música, ingresso e produto e se comunicar direto com o fã, sem depender de serviço de streaming.
O que o artista ganha
Construído no próprio domínio do artista, o STUDIO reúne numa página só o que hoje fica espalhado entre vários apps e sites: lançamento de música e conteúdo, venda de ingresso e produto, transmissão ao vivo, construção de comunidade e acesso especial a experiência. Em vez de o fã comprar o álbum e esperar o dia do lançamento pra ouvir, o artista pode liberar até quatro faixas com antecedência pra quem já comprou, soltando o resto ao longo da campanha.
Vendas que contam pra parada musical
Venda qualificada feita dentro do STUDIO pode ser reportada à Luminate e à Official Charts Company, contando pra parada musical do mesmo jeito que uma venda em loja tradicional. O lançamento acontece com acesso só por convite por enquanto.
Dar pro artista um canal de venda que não trava quando a plataforma de streaming trava é argumento prático, não só ideológico, pro movimento direct-to-fan.
O que isso muda
A EVEN já tinha fechado parceria com a Universal Music e com a distribuidora Symphonic antes desse lançamento, o que mostra que o apetite por canal de venda direta já vem da própria indústria, não só do artista isolado. Combinado com episódio como a queda do Spotify na mesma semana, fica mais fácil justificar pro artista por que vale a pena ter um site próprio de venda, mesmo com o streaming sendo o principal canal de descoberta.