Artigos sobre como ele pensa negócio, marketing musical e o ecossistema que construiu. Sempre a partir de casos reais.
Em Burbank, um painel da GameSoundCon defendeu royalties vitalícios pra quem compõe música de jogos. A tese é forte, mas vem de executivos do setor e de uma matéria feita em parceria com a Materia Music, que mediou o debate.
Ler artigo →Sony processou a Kroger por 392 usos, a Warner foi atrás da dona da Ray-Ban por 427 obras, e a UMG processou a Quince. O padrão é o mesmo: a música da rede social não vale como licença pra marca.
Ler artigo →O formato Features aceita vídeos horizontais de até 90 minutos e está em teste com poucos criadores nos EUA e no Brasil. A Meta não vai repartir receita de anúncios por enquanto, e é aí que o YouTube segue na frente.
Ler artigo →A OpenAI anunciou três resultados de pesquisa atribuídos aos seus modelos, de matemática à física. A empresa mostrou o material de dois e segurou o terceiro, enquanto especialistas de fora ainda tentam confirmar tudo.
Ler artigo →O Craft é o primeiro modelo de imagem treinado pelo Canva. Em vez de partir de fotos, aprendeu com templates da própria biblioteca e divide o trabalho em duas etapas: planeja a composição e só depois renderiza.
Ler artigo →Chips de IA viraram garantia de crédito bilionário. A CoreWeave tem uma linha de até US$ 8,5 bilhões com a Blackstone, mas o dinheiro volta pelo contrato com o cliente, e o prazo de validade do chip é a dúvida.
Ler artigo →Uma subsidiária da Authentic Brands Group e outros donos de direitos de Elvis entraram com ação contra a Anthropic em 23 de outubro. São 274 músicas, e o valor máximo previsto em lei chega a cerca de US$ 41,1 milhões.
Ler artigo →O Engage+ usa sinais de mais de 131 milhões de compradores do Mercado Livre pra prever interesse e escolher onde o anúncio passa, dentro e fora do marketplace. Já está no Brasil, mas os números de resultado vêm do próprio Mercado Ads.
Ler artigo →Depois de anos empurrando recomendação automática, as grandes redes agora deixam o usuário ajustar o próprio feed. Pra quem depende de alcance orgânico, a mudança vale uma atenção maior do que parece.
Ler artigo →A Sonilo gera trilha e efeito sonoro a partir do vídeo, tem a Shutterstock como parceira de licenciamento e US$ 11 milhões em caixa. O que ainda falta é fechar os contratos com quem é dono das músicas.
Ler artigo →Na teleconferência de resultados, o co-CEO do Spotify disse que a plataforma virou um agente de IA e já funciona dentro do ChatGPT e do Muse da Meta. Segundo ele, quem toca a música e guarda o gosto do ouvinte continua sendo o Spotify.
Ler artigo →O co-CEO Alex Norström confirmou a checagem por QR code no plano família, que já responde por uma fatia grande dos assinantes. Quem não comprovar que mora com o titular em sete dias perde o acesso a planos compartilhados por 12 meses.
Ler artigo →Globoplay com quase 75%, Netflix com 67%, YouTube com 61,3%. Os três números vieram da mesma empresa, a Amplified, que agora diz que eles não cabem no mesmo ranking e prepara um painel compartilhado pra 2027.
Ler artigo →A Anthropic apresentou o Claude Duet, um agente que acompanha seus apps de trabalho, se liga a mais de 6 mil conectores e continua rodando na nuvem quando você sai. Mover dinheiro entre contas ficou proibido, mesmo com o seu ok.
Ler artigo →A YouGov ouviu cerca de 12 mil brasileiros: 58,4% se sentem bombardeados por anúncios e 53,3% acham a propaganda irritante. Mesmo assim, 30,3% compraram por oferta vista em rede social. Magalu, Amazon e Samsung já mudaram a rota.
Ler artigo →A carta do deputado americano falava de IA e usava um dado da Deezer: até 85% dos plays de faixas feitas por IA eram fraude. A consulta aberta em 7 de outubro olha pro método do golpe, e isso muda a conversa pra distribuidora e artista.
Ler artigo →A Galinha Pintadinha e o Mundo Bita nasceram de canção no YouTube e hoje vendem lancheira, xampu, calçado, ingresso de show e de cinema. O clipe gratuito virou vitrine de um negócio que cresce longe da tela.
Ler artigo →Pra pagar uma indenização que passa de R$ 230 mil, a Justiça mandou procurar os rendimentos musicais de Maurício Mattar no Ecad, na Abramus, na UBC, no Spotify e em outras plataformas. A penhora foi limitada a 30%.
Ler artigo →Desde 21 de outubro, artistas do SoundCloud podem levar faixas próprias pro Moises, retrabalhar com IA e publicar de volta. O anúncio fala em 150 milhões de artistas, mas os números das próprias empresas somam cerca de 120 milhões.
Ler artigo →A OpenAI levou três modelos da família GPT-6 pro catálogo de IA do Google Cloud, em prévia fechada pra empresas. A exclusividade da Microsoft já tinha caído em abril. O Google agora vende o rival do Gemini, e o cliente paga tudo na mesma fatura.
Ler artigo →A cantora Raye cancelou a pré-venda de um show de 5 mil lugares depois de receber 1,8 milhão de cadastros, muitos feitos por robôs. A MIDiA usou o caso pra propor outro jeito de medir a relação entre fã e artista.
Ler artigo →A Reservoir entrou com duas ações na Califórnia contra a Suno e a Anthropic. O argumento mais afiado vem dos próprios acordos da Suno: se já existe mercado pra licenciar música pra IA, quem não paga não tem desculpa.
Ler artigo →A Runway diz que foi de 77 pra cerca de 900 anúncios por semana com a própria ferramenta e lançou o Runway Ads. Canva, Figma, ElevenLabs e Typeface fazem o mesmo movimento: sair da geração de imagem e ocupar a campanha inteira.
Ler artigo →A dona do PlayStation pediu patente de um sistema que preenche a plateia de shows virtuais com personagens de computador que imitam fãs reais. O objetivo declarado é que eles não pareçam robôs, e isso mexe com a forma de medir público.
Ler artigo →A ação da SoundExchange contra a Sonos saiu da lista ativa de um tribunal da Califórnia e só volta depois da decisão no caso SiriusXM, que vale US$ 150 milhões. A pergunta é se quem arrecada royalty tem o direito de cobrar o devedor na Justiça.
Ler artigo →O Spotify fechou o trimestre com 306 milhões de assinantes Premium e receita de 4,97 bilhões de euros. A América Latina chegou a 24% da base paga e pode passar a América do Norte em volume, mas o dinheiro por assinante ainda é bem menor por aqui.
Ler artigo →Mais de 50 milhões de faixas de IA e spam saíram das recomendações do Spotify em 2026, sem serem apagadas. Música com fortes indícios de IA tem dez vezes mais chance de ficar abaixo das mil reproduções que pagam royalty.
Ler artigo →Dados da Luminate divulgados pela Abramus somam 990,3 bilhões de streams em 2026, mas as faixas recentes caíram 3,6% e o catálogo subiu 7,1%. O número também não é global, e isso muda a leitura.
Ler artigo →Processada pelas gravadoras, a Suno quer usar os dados da MLC, que cobra o direito mecânico nos EUA, pra provar que a IA não tirou mercado de ninguém. A MLC chegou a aceitar entregar terabytes de dados, segundo a Suno, e depois voltou atrás.
Ler artigo →Quatro juízes se declararam impedidos, a Suprema Corte ficou sem quórum e a decisão que devolveu ao compositor Cyril Vetter os direitos de Double Shot no mundo todo ficou de pé. Vale como vitória, mas não como precedente nacional.
Ler artigo →A Tyger usa IA pra fazer a música acompanhar o que acontece na tela durante o jogo e tinha mais de 400 mil faixas, quase todas de independentes. Agora a Universal entrou, e o valor do acordo não foi divulgado.
Ler artigo →A Warner Music juntou numa divisão só as equipes que licenciam gravação e composição pra anúncio, filme e série. A promessa é um contato único e liberação mais rápida, num mercado de sync que encolheu 2% no lado das gravadoras em 2025.
Ler artigo →A Warrior Streaming Media, que coloca anúncio dentro de transmissões ao vivo, vai atuar também em esportes, reality, podcasts e cultura pop. O CEO diz que foi o mercado que puxou a mudança, mesmo com mais de 70% da audiência e do faturamento ainda vindo dos games.
Ler artigo →O Ecad projeta até R$ 30 milhões no Ceará em 2026, com 85% indo direto aos titulares. O comércio paga mais que os shows, e só 24 de quase 180 prefeituras notificadas regularizaram a dívida.
Ler artigo →A Musixmatch comprou a Music Reports e passa a controlar uma operação de mais de US$ 400 milhões em royalties por ano, com 500 clientes. A empresa que vende dados pros apps e detecção de cópia pra Suno agora também guarda o registro de quem é dono de cada música.
Ler artigo →Catálogo com mais de três anos já responde por 45,1% das streams do Top 200 global do Spotify em 2026, enquanto as faixas novas perderam quase um quarto dos plays. O que isso muda pra quem lança música.
Ler artigo →O Edits Assistant, do Instagram, lê alcance, retenção e engajamento da sua conta e sugere o que postar: ganchos, legendas, roteiros e áudios. Grátis com limite diário, por ora só nos Estados Unidos.
Ler artigo →A Musixmatch comprou a Music Reports, dona do Songdex, e leva junto a Blokur. É a primeira aquisição em 16 anos e o passo pra sair das letras e virar plataforma completa de direitos e royalties.
Ler artigo →O Muse Spark Open, da Meta, tem 816 bilhões de parâmetros, 1 milhão de tokens de contexto e pesos abertos. Roda em Mac Studio, mas só em versões comprimidas e com mais de 300 GB de memória.
Ler artigo →A Warner Music processou empresas do grupo Luxottica, dona de Ray-Ban e Oakley, por 427 obras usadas sem licença em anúncios nas redes. O teto de US$ 64 milhões é cálculo de dano máximo, não valor cobrado.
Ler artigo →O YouTube Music começou a rotular faixas feitas por IA como Fully Gen AI ou Partly Gen AI. A declaração vem do selo ou distribuidora, via DDEX ou planilha, e o que não for declarado vira 'desconhecido'.
Ler artigo →Quem usa iOS 27 pode pedir música à Siri sem dizer 'no Spotify'. Mas precisa de iPhone 15 Pro ou mais novo, não vale na União Europeia e, por enquanto, só funciona em inglês.
Ler artigo →O U.S. Copyright Office abriu consulta pública sobre fraude em streaming, um dia depois da condenação de Michael Smith. Pede dados sobre bots, click farms e playlist stuffing, com comentários até 23 de novembro.
Ler artigo →A Meta ampliou o Ads Creative Studio, integrou o Ads MCP Server a parceiros como Snowflake e Triple Whale e anunciou testes de checkout no Meta AI com Stripe, PayPal, Shopify e Adyen. O que está no ar e o que está em teste varia por fonte.
Ler artigo →O Spotify leva os audiobooks de 22 pra mais de 180 mercados até o fim do ano. No Brasil, a liberação é em 15 de outubro, com 12 horas por mês incluídas no Premium e um catálogo em português de mais de 6 mil títulos.
Ler artigo →O technology.spotify.com reúne Backstage, Confidence, Portal e Xirp, ferramentas internas do Spotify agora oferecidas a outras empresas. O site não mostra preço, e o Spotify não divulga quanto essa área fatura.
Ler artigo →O Google Cloud apresentou o Gemini agent, que responde, executa tarefas e escreve código, e roda no Workspace, no Microsoft 365 e no Slack. Aceita modelos Gemini e Claude e ainda está em prévia privada.
Ler artigo →Sierra e Meta anunciaram o Personal Agent Protocol, padrão aberto em OAuth pra agentes de IA agirem em sites e serviços de empresas. Ainda não há especificação, licença nem órgão de governança, e pagamento ficou pra depois.
Ler artigo →O GPT-6 Sol custa US$ 2 por milhão de tokens de entrada e o Luna, US$ 0,10, metade do preço de referência. No ChatGPT, o Luna chega a quem não paga. As fontes divergem sobre datas e onde cada modelo aparece.
Ler artigo →O TikTok Shop Brasil vai investir R$ 100 milhões em cupons, de 27 de outubro a 12 de dezembro, com até 70% de desconto. Segundo a empresa, uma live com demonstração de produto converte de R$ 50 mil a R$ 100 mil.
Ler artigo →A Futurecom 2026, de 6 a 8 de outubro em São Paulo, espera 30 mil visitantes, 300 marcas e 400 palestrantes. O tema central é IA agêntica: agentes autônomos, segurança e governança.
Ler artigo →A AGCM, da Itália, investiga se os termos de uso da Suno são abusivos: mudança unilateral de preço, cancelamento de conta sem aviso, arbitragem nos EUA e renúncia a direitos morais. Cinco dias antes, o CEO dizia que a empresa estava muito além de 2 milhões de assinantes.
Ler artigo →Michael Smith foi condenado a 18 meses de prisão e ao confisco de US$ 8,09 milhões por usar até 10 mil contas falsas pra gerar bilhões de plays de música feita por IA. A promotoria pedia no mínimo 46 meses.
Ler artigo →A OpenAI vai testar anúncio visual enquanto o ChatGPT gera imagem, nos EUA, só pros planos Free e Go. Quem assina Plus, Pro, Business ou Enterprise fica de fora.
Ler artigo →O Instagram liberou o impulsionamento de lives de artista direto no app, e o TikTok transformou o clipe de Patient Zero, da Taylor Swift, numa missão coletiva de fãs. As plataformas estão criando ferramenta nativa pra promover música.
Ler artigo →O Muse for Small Business, da Meta, conecta Shopify, Stripe, QuickBooks e Canva ao Instagram e à conta de anúncios pra analisar vendas e preparar conteúdo. O dono precisa aprovar tudo antes de publicar ou gastar.
Ler artigo →O CEO da Suno diz que a empresa passou muito dos 2 milhões de assinantes e dos US$ 300 milhões de receita de fevereiro, mas não deu número novo. Também acha bom a IA musical ainda não ter regra firme.
Ler artigo →O Gemini 4 Argon estreou em 30 de setembro restrito a defensores cibernéticos e, em 13 de outubro, chegou ao app Gemini para assinantes AI Pro e AI Ultra. API e free seguem com regras próprias.
Ler artigo →O Instagram anunciou efeito de aniversário no perfil e grupos de amigos próximos em teste, mirando engajamento de público mais jovem e retenção de criador.
Ler artigo →O EVEN STUDIO dá a cada artista um site próprio pra vender música, ingresso e produto, direto com o fã, sem passar pelo streaming. Venda qualificada já conta pra parada da Billboard.
Ler artigo →A Meta contratou o CEO da MongoDB, Chirantan Desai, pra tocar a nova divisão de IA corporativa. A ação da MongoDB caiu mais de 17% assim que a saída dele foi anunciada.
Ler artigo →A Nvidia lançou uma plataforma de segurança com dois componentes, OpenShell e Sentry, pra impedir que agente de IA saia dos limites definidos em ambiente corporativo. Mais de 100 empresas já apoiam.
Ler artigo →A OpenAI lançou o Dots, agente sempre ligado que trabalha sozinho rumo a um objetivo, e um novo modelo, o GPT-6.1 Sol. O plano mais caro pra acessar tudo isso já custa US$ 500 por mês.
Ler artigo →O Spotify saiu do ar na manhã de 29/09 por cerca de uma hora, com mais de 36 mil relatos de problema. Login, busca e reprodução pararam de funcionar ao mesmo tempo.
Ler artigo →Zuckerberg, Amodei, Huang e outros CEOs assinaram com Trump um pacto voluntário de segurança de IA. No dia seguinte, a FTC abriu investigação sobre Anthropic, OpenAI e outros laboratórios.
Ler artigo →Por acordo com o Cade, a Apple abriu a App Store no Brasil pra loja concorrente e pagamento externo, com comissão que varia de 5% a 21% dependendo do caminho que o desenvolvedor escolher.
Ler artigo →A Apple abriu uma casa de show própria em Londres, dentro da Battersea Power Station, com Elton John estreando o espaço. A ideia é reforçar o Apple Music como marca de show ao vivo, não só streaming.
Ler artigo →O ChatGPT Ads bateu US$ 1 bilhão de receita anualizada em menos de 200 dias, e a OpenAI já abriu autoatendimento em mais de 40 países. A briga por verba de anúncio com Google e Meta ficou séria rápido.
Ler artigo →A Meta uniu duas ferramentas de anúncio com criador numa só, o Creator Marketing Hub, e passou a deixar transformar live de criador em Partnership Ad no Instagram.
Ler artigo →O Meta One cobra de US$ 2,99 a US$ 499 por mês por recursos que hoje são de graça, como agendamento de post e insights de concorrência. É a Meta monetizando de forma mais agressiva suas ferramentas de negócio.
Ler artigo →A música latina faturou US$ 542,2 milhões nos EUA no 1º semestre de 2026, crescendo 8,6% e superando o mercado geral pela 13ª vez seguida. Streaming já é 96% dessa receita.
Ler artigo →O Taste Profile do Spotify mostra como o app entende seu gosto e deixa você pedir ajuste por linguagem natural. Já passou de testado na Nova Zelândia pra beta nos EUA.
Ler artigo →O PL 2331/2022 cobra Condecine e cota de conteúdo nacional de serviço de streaming como Netflix e Spotify. Aprovado na Câmara em novembro, segue parado no Senado há quase um ano.
Ler artigo →O Spotify virou um dos primeiros serviços de música conectados ao Muse, o agente de IA pessoal da Meta. Dá pra tocar música, salvar faixa e montar playlist só de conversa.
Ler artigo →O Reserved do Spotify ganhou share card personalizado, playlist automática do setlist do show e um espaço próprio dentro do app pra reunir tudo sobre o ingresso e o show.
Ler artigo →No Made On YouTube 2026, o YouTube mostrou uma IA que transforma foto parada em personagem animado, deixou o selo de conteúdo feito com IA mais visível, e trouxe números novos de Shopping e TV.
Ler artigo →A OpenAI testa anúncios no ChatGPT que abrem conversa direta com um agente de IA da marca. HubSpot e Shopify já são parceiras, e o movimento entra em rota de colisão com Google e Meta.
Ler artigo →O YouTube Music somou 16 artistas independentes de 8 países ao Foundry Class 2026, a turma mais global do programa até hoje. José Jr e Mariasss representam o Brasil dessa vez.
Ler artigo →Os três maiores rivais da corrida de IA negociam desde julho um órgão comum de padrões de segurança. A conversa veio a público depois que o CEO da Anthropic pediu desaceleração num ensaio.
Ler artigo →O Fresh Finds Forward do Spotify vai dar estúdio de graça, ferramenta profissional e acesso a parceria de turnê pra cerca de 10 mil artistas independentes emergentes por ano.
Ler artigo →O Spotify levou o Partner Program, que paga podcaster, pra mais de 35 novos países. No Brasil, abre em 19 de outubro, com exigência de 2 mil horas de audiência em 30 dias.
Ler artigo →Steve Jobs disse por anos que ninguém ia querer pagar mensalidade pra ouvir música. A própria Apple lançou o Apple Music, exatamente o modelo que ele descartava.
Ler artigo →Universal, Sony e Warner assinaram um pacto anti-fraude de streaming da IFPI. A DistroKid, que distribui 40% da música nova do mundo, ficou de fora, e na mesma semana foi processada pela Universal.
Ler artigo →Investidores da Anthropic esperam um IPO em outubro avaliado em até US$ 2 trilhões, superando até a SpaceX. Nada está fechado ainda, mas o crescimento de receita por trás da aposta é gigante.
Ler artigo →A OpenAI lançou o ChatGPT Images 2.5 com até 50% menos latência e muito mais fidelidade pra manter o rosto e o produto de referência em qualquer cenário gerado. Direto ao ponto pra quem cria peça de marketing com IA.
Ler artigo →Mais de 700 mil pessoas, R$ 3,36 bilhões de impacto econômico e mais de 100 ativações de marca em sete dias. O Rock in Rio 2026 bateu recorde e já confirmou a próxima edição pra 2028.
Ler artigo →Enquanto Sony e Warner processam a Anthropic, a Universal fechou acordo de anos com a ElevenLabs pra construir uma plataforma de remix por IA com os artistas participando de forma licenciada, sem processo nenhum.
Ler artigo →A Weverse confirmou vazamento de dados de 422.584 contas por falha numa API de pagamento, a segunda falha de segurança da empresa em 2026. Nomes, contato e número de cartão não foram expostos.
Ler artigo →Bob Valentine era CEO da Concord. Depois que a fusão com a BMG saiu do papel em 1º de setembro, ele ficou no comando da empresa combinada, que opera sob o nome BMG e reúne mais de 4 milhões de obras.
Ler artigo →Jason Isbell, David Lowery e outros artistas entraram com ação coletiva contra a Suno. O processo não fala de música copiada, fala de voz e identidade usadas sem consentimento.
Ler artigo →Sony Music Publishing e Warner Chappell processam a Anthropic e alegam uma campanha de pirataria em massa pra treinar o Claude. A indenização pedida pode passar de bilhões de dólares.
Ler artigo →Em 2007 a Netflix apostou no streaming com o DVD ainda lucrativo. Em 2008 o Yahoo recusou uma oferta de 44,6 bilhões de dólares e, oito anos depois, vendeu por menos de um décimo disso. A diferença entre as duas decisões não foi informação, foi clareza.
Ler artigo →O PL 2338/2023, que regula o uso de inteligência artificial no Brasil, segue parado numa comissão especial da Câmara há 16 meses. Em 7 de setembro, o status oficial era o mesmo de sempre: aguardando parecer do relator.
Ler artigo →Desde 19 de agosto, o Meta AI pode acessar Gmail, Google Docs, Planilhas e Slides de quem anuncia no Facebook e Instagram pra gerar relatório e sugerir ajuste de campanha sozinho. Veja o que muda pra quem faz tráfego pago.
Ler artigo →Tim Cook deixou o comando da Apple em 1º de setembro depois de 15 anos. Oito dias depois, o novo CEO John Ternus subiu ao palco pela primeira vez pra lançar o iPhone 18 Pro e o primeiro iPhone dobrável da história.
Ler artigo →O YouTube nasceu como um site de paquera em vídeo, com o slogan 'Tune In, Hook Up'. Quase ninguém usou do jeito planejado, e foi o ajuste não planejado que virou a plataforma bilionária que a gente conhece hoje.
Ler artigo →Em 2012, o CEO da Apple mandou os próprios clientes usarem o mapa do concorrente. Em 2017, um comando digitado errado na Amazon derrubou boa parte da internet por 4h17. Duas empresas, dois erros públicos, o mesmo motivo pra vencerem depois.
Ler artigo →BMG e Concord criam a quarta major da música, Sony e Warner Chappell processam a Anthropic, a OpenAI lança o GPT-6 Astra, e no mesmo dia ChatGPT, Claude e Grok saem do ar juntos por 5 horas.
Ler artigo →Numa antiga agência, o time presencial rendia pouco mesmo com estrutura boa. Três designers remotos renderam mais que o time inteiro. Foi esse incômodo que virou o método que sustenta a ALKA até hoje.
Ler artigo →Fundado em 2006 com as gravadoras como sócias, o nome que virou lenda tem origem inventada, e um dos primeiros investidores foi cofundador do Napster. Cinco curiosidades por trás do maior serviço de streaming do mundo.
Ler artigo →Depois de décadas entrando como sertanejo, o forró ganhou categoria própria no Prêmio da Música Brasileira, por campanha de João Gomes em homenagem a Luiz Gonzaga.
Ler artigo →A Blockbuster riu de uma proposta de comprar a Netflix por 50 milhões de dólares. A Kodak inventou a câmera digital e engavetou por décadas. As duas tinham tudo, menos velocidade.
Ler artigo →O Instagram passou a pagar por carrossel, o WhatsApp virou vendedor cobrado pela Meta, e Suno e Anthropic foram processadas no mesmo dia. Quem lê a mudança primeiro decide na frente, não atrás.
Ler artigo →Pediram a capa de uma banda, ele achou feia e disse que fazia melhor. Não tinha curso nem plano, só resolveu aquele problema ali. Anos depois estava competindo com agência inteira do Nordeste.
Ler artigo →A partir de 24 de agosto de 2026, toda view no YouTube passa a contar desde o primeiro quadro. O critério antigo ganhou nome novo: Visualização Engajada, e é ela que continua valendo pra monetização.
Ler artigo →Acreditar, arriscar e alcançar parecem uma sequência simples, mas cada etapa cobra um preço diferente.
Ler artigo →Spotify, Nubank e ALKA começaram quando alguém decidiu agir sobre um problema, em vez de esperar a oportunidade chegar pronta.
Ler artigo →Spotify e Nubank não esperaram o mercado mudar sozinho. Criaram a mudança. Com a ALKA não foi diferente.
Ler artigo →Deezer, Suno e Spotify assinaram contrato, criaram regra e dividiram o dinheiro enquanto todo mundo discutia se a IA ia acabar com a música. O mercado musical vai crescer quase 63% até 2033, e quem não assinar primeiro perde a parte que era sua.
Ler artigo →O Deezer recebe 60 mil músicas por dia feitas por IA, quase 4 em cada 10 uploads. O TIDAL respondeu cortando royalty de faixas 100% sintéticas. Dominar o viral não é o mesmo que virar artista de verdade.
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