No DevDay de 29 de setembro, a OpenAI lançou o Dots, um agente sempre ligado que trabalha rumo a um objetivo sem esperar comando a cada passo, o modelo GPT-6.1 Sol, e um novo plano Pro de US$ 500 por mês com uso vinte e cinco vezes maior.
Um agente que não espera você pedir de novo
Cada Dot roda numa máquina e num navegador dedicados na nuvem, trabalha em cima do objetivo que o usuário definiu, e se conecta a mais de 4 mil aplicativos. Dá pra acessar um Dot pelo app do ChatGPT, pelo site, pelo Slack, pelo Microsoft Teams ou até por uma ligação de telefone. O primeiro Dot vem incluído de graça; o resto fica atrás dos planos Pro e Business Premium.
Um modelo cinco vezes mais barato
O GPT-6.1 Sol chega como upgrade forte em codificação autônoma, uso de computador e trabalho profissional, entregando inteligência próxima do modelo topo de linha Astra por um quinto do preço: US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 10 por milhão de saída, com janela de contexto de 1 milhão de tokens.
Anúncio dentro da conversa, em teste
A OpenAI também começou a testar os Sponsored Agents em piloto pequeno, com a Wayfair e a Angi entre as primeiras marcas participantes: ao tocar no anúncio, o usuário abre uma conversa separada com um agente da própria marca, com salvaguarda de precisão e transparência segundo a Wayfair.
Lançar modelo mais barato, agente que roda sozinho e teste de anúncio no mesmo evento mostra a OpenAI tentando ao mesmo tempo baratear o acesso de quem paga pouco e cobrar mais caro de quem precisa de automação séria.
O que isso muda
Um plano de US$ 500 por mês só faz sentido pra empresa que já enxerga retorno claro em ter um agente trabalhando full-time em tarefa que levaria hora de gente. Pra quem usa IA no dia a dia de forma mais simples, o ganho imediato é o GPT-6.1 Sol: mais barato, mais rápido, e ainda assim perto da qualidade do modelo mais caro da casa.